25/02/2008

Presidente Interino, Fernando de Araujo bosok-teen, bulak ka inkompetente?

Hafoin hasoru tiha Ministru Negosius Estranjeirus Irlanda nian, Demor Ahern, presidente interinu, Dr. Fernando de Araujo hatete katak Irlanda sei simu petisionariu sira atu ba servisu iha ne'eba. Maibe portavos Embaixada Irlanda nian iha Singagapura nega tiha Dr. Fernando nia deklarasaun ne'e.
 
Durante enkontru entre Dr. Fernando ho Dermot Ahern, Dr. Fernando nia ulun iha ne'ebe? Keta:
1. Dr. Fernando la kumpriende Ingles
2. Dr. Fernando matan dukur hela
3. Dr. Fernando lanu todan
4. Dr. Fernando hakarak fo promesa falsu ba petisionariu sira atu sira entrega an
5. Dr. Fernando nia kakutak iha fatin seluk bainhira Dermot Ahern esplika Governo Irlanda nia planus
6. Dr. Fernando politiku ida inkompetente liu iha Timor-Leste
7. ...
 
Que escandalo!!!
 
Irlanda nega disponibilidade para acolher "peticionários"

Dili, 23 Fev (Lusa) - A Irlanda desmentiu ter-se oferecido para acolher soldados rebeldes timorenses para ajudar a resolver a crise em Timor-Leste, indicou hoje um porta-voz da embaixada da Irlanda em Singapura.

Fernando "La Sama" de Araújo, que substitui temporariamente o presidente José Ramos-Horta, ferido a tiro com gravidade e internado num hospital da Austrália, informara quinta-feira que esta oferta lhe fora feita pelo ministro dos Negócios Estrangeiros irlandês, Dermot Ahern, em visita a Díli.

Segundo "La Sama", a Irlanda estaria disponível para acolher os soldados amotinados que "quisessem começar uma vida nova, por exemplo no sector privado".

De acordo com o porta-voz da embaixada da Irlanda, Dermot Ahern deixou claro em Dili que isso não seria boa opção, porque provocaria um 'um êxodo de cérebros' de Timor Leste".

O exército foi abalado por uma cisão em 2006, quando parte dos seus efectivos (os "peticionários", em número de cerca de 600 homens), se consideraram vítimas de discriminações e desertou.

A reintegração na sociedade destes militares amotinados constitui hoje um problema, enquanto que um "núcleo duro" destes soldados continua a monte e é acusado de desestabilizar a jovem nação.

Timor-Leste faz parte de um grupo de nove países prioritários aos quais Dublin presta assistência.

Desde a vaga de violência de Junho de 2006, polícias e soldados estrangeiros (principalmente australianos e portugueses), sob mandato das Nações Unidas, asseguram a segurança em Timor-Leste.

Isso não impediu o duplo ataque do passado dia 11 visando o primeiro-ministro, Xanana Gusmão (que escapou aos tiros) e o presidente José Ramos-Horta, seriamente ferido e transferido para um hospital australiano.

JMS.
Lusa/Fim

Ireland says no offer to take in sacked ETimor soldiers
23.02.2008
2 hours ago

DILI (AFP) — Ireland did not make an offer to East Timor to resettle any of its 600 sacked soldiers, whose desertions in 2006 triggered deadly unrest, a spokeswoman from the Irish embassy in Singapore said.

East Timor's acting president Fernando de Araujo said after meeting Ireland's Foreign Minister Dermot Ahern last Thursday that the country was willing to take in some of the so-called petitioners for two to three years.


The sacked soldiers have failed to reach a settlement with the East Timorese government over their case.

But the embassy spokeswoman said she had consulted the Irish foreign ministry's press office, "who advised that during the meeting Acting President de Araujo raised the issue of temporary resettlement to Ireland of soldiers.

"Minister Ahern stated that this would not be an option as it would lead to a 'brain drain' from Timor Leste," she added, referring to East Timor by its official name.

The soldiers, who comprised about one-third of the armed forces, deserted complaining they were being discriminated against as they were from the nation's western districts.

The government of then-premier Mari Alkatiri dismissed them, laying the groundwork for bloody unrest between military and police factions, as well as youth gangs, that left 37 dead and forced 150,000 to flee their homes.

At least 17 rebels, believed to be among a hardcore group of 20 to 30, are currently being hunted over assassination attempts on the president and prime minister on February 11.

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